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RGPD F3M

Seis meses depois, especialistas alertam para a falta de preparação das organizações no cumprimento do NRGPD

2018-12-03

Apesar de o novo Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) ter entrado em vigor há seis meses, muitas empresas e organizações portuguesas ainda não estão devidamente preparadas para responder às alterações impostas pelo novo diploma. Uma situação que, segundo Filipe Cruz, Gestor de Formação e Coordenador Pedagógico da F3M, reflete a diminuição, e em muitos casos, a total falta de preocupação das entidades por esta matéria, sobretudo, numa altura em que ainda se aguarda a publicação da legislação nacional.  Recorde-se que o projeto de lei, que adapta as normas europeias à realidade portuguesa, foi aprovado no final de março, mas não chegou a ser publicado, encontrando-se novamente em fase de debate. A sua não aplicação tem, para o especialista, contribuído para a atitude negligente de várias empresas. “As organizações terão interpretado este facto como um sinal de “não urgência” na implementação do RGPD e assistimos a uma diminuição da preocupação com esta matéria”, refere o responsável e acrescenta: “Muitas organizações não chegaram sequer a avançar, outras ficaram-se por meras declarações de consentimento, muitas vezes mal construídas, logo, sem qualquer validade jurídica”.  Para o especialista, o incumprimento face ao novo RGPD coloca as empresas e organizações em risco de serem sancionadas com pesadas multas. “Na Europa, já assistimos a algumas ações das autoridades de controlo de diversos países: em França, um grupo ótico foi sancionado pela partilha ilegal de dados; na Suécia, uma entidade está a ser investigada”. Filipe Cruz deixa por isso o alerta: “mesmo sem legislação nacional, o RGPD está em vigor e é uma obrigação a ser cumprida. Não devemos ser negligentes ao ponto de nada fazer e estarmos sujeitos a sanções que ninguém pretende”. No caso de Portugal, a Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) tem vindo a aplicar, nos últimos seis meses, coimas a diversas entidades nacionais, devido ao acesso ou uso indevido de dados pessoais de clientes, estimando-se que os números possa aumentar até final do ano. A preparação das instituições e dos profissionais, que trabalham diretamente com o tratamento de dados, tem sido de resto uma das principais preocupações da F3M. Desde o final de 2017, a F3M tem vindo a realizar várias ações de sensibilização e esclarecimento por todo o país, incluindo consultoria personalizada a diferentes entidades, empresas e organizações. Dispõe ainda de uma solução tecnológica, desenvolvida especificamente para a área, que apoia centenas de empresas e instituições na proteção de dados e no cumprimento do RGPD. Foi ainda responsável pela criação, este ano, de um curso especializado para formação de Encarregados de Proteção de Dados.  O Novo Regulamento Geral de Proteção de Dados, que entrou em vigor a 25 de maio, veio substituir a diretiva 95/46/CE relativa à proteção das pessoas singulares, no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais e à livre circulação desses mesmos dados. O novo diploma aplica-se a todas as organizações, tanto empresas como instituições sem fins lucrativos.    

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F3M melhores empresas

Pelo oitavo ano consecutivo | F3M uma das melhores empresas para trabalhar em Portugal

2018-11-06

Pelo oitavo ano consecutivo, a F3M foi eleita pelos seus colaboradores como uma das 100 melhores empresas para trabalhar em Portugal. A distinção, promovida pela Revista Exame / Expresso, a consultora Everis Portugal e a AESE Business School, é fruto do emprenho e dedicação de todos os colaboradores, clientes e parceiros que fazem da F3M uma entidade tecnológica de referência.  Focada em nichos de mercado, a F3M continua a apostar na satisfação e bem-estar dos seus colaboradores, assim como numa política consolidada de Responsabilidade Social Organizacional. Aos  celebrar 31 anos de existência a F3M mantém um espirito jovem e vive em constante inovação. A integração no ranking das 100 melhores empregadoras nacionais resultou de um conjunto de procedimentos que envolveu a realização de questionários aos trabalhadores e posterior análise, assim como uma deslocação à empresa para a realização de entrevistas. A valorização pessoal e profissional, a formação contínua e o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional são áreas com as quais a F3M regista uma forte preocupação.  A nível mais pessoal, além de uma oferta monetária a todos os colaboradores aquando do nascimento dos seus filhos, a F3M oferece também o dia de aniversário, flexibilidade de horário, férias ou para acompanhamento de família, massagens laborais, consultas de nutrição, entre outras. Ao longo do ano, acontece também um variado programa de celebrações e atividades como o Dia da Mãe, Dia do Pai ou Dia da Mulher.

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PRISMA software de óticas

PRISMA: a ferramenta web certa para potenciar o negócio da ótica

2018-09-28

Enquanto solução tecnológica de apoio à gestão da ótica, o PRISMA tem sido uma das principais ferramentas web escolhidas pelos profissionais do setor. O interface tecnológico intuitivo, o seu funcionamento 100% online e a elevada capacidade de simplificar e agilizar respostas no mercado têm motivado o sucesso deste software, junto dos óticos.  Assente na melhor experiência do utilizador e nas mais avançadas tecnologias, o PRISMA apresenta-se como uma das soluções mais adequadas e ajustadas às reais necessidades dos clientes, com um impacto muito positivo ao nível da gestão e operacionalização, permitindo por um lado otimizar procedimentos e decisões e, por outro, potenciar a competitividade e o negócio.   "Uma gestão eficaz é a chave do sucesso, por isso, queremos que os óticos disponham de uma ferramenta ímpar que os ajude nesse processo", é assim que João Oliveira, diretor da Área de Óticas da F3M, descreve a missão desta solução. Uma solução tecnológica focada no utilizador. Lançado em 2017, o PRISMA é um software de gestão cloud, que foi exclusivamente pensado, desenvolvido e implementado pela F3M, tecnológica com mais de 30 anos de experiência, conhecimento e atuação no mercado.  Por isso, e fruto da investigação e do acompanhamento contínuo do mercado, o PRISMA apresenta características específicas e diferenciadoras que o tornam uma solução global, inovadora e essencial em qualquer ótica, permitindo aos seus utilizadores responder, com assertividade, eficácia e eficiência, aos vários desafios e necessidades do setor.  Sendo uma ferramenta 100% web, o PRISMA pode ainda ser utilizado a partir de qualquer lugar, simplificando e agilizando, a qualquer momento, a gestão e execução dos vários processos inerentes à natureza do negócio. Uma experiência completa, simples e prática. O PRISMA foi concebido para proporcionar uma experiência simples e prática, permitindo ao seu utilizador a execução rápida e intuitiva de um vasto conjunto de tarefas, simplificando, entre outros, a gestão de serviços e artigos, o cálculo e faturação de comparticipações e a gestão de documentos de compra e venda.  Além da sua implementação, a F3M garante ainda assistência pós-venda, apoio e aconselhamento presencial em todas as questões diárias de utilização da solução, desde a configuração, a utilização correta do software, passando pela ajuda no esclarecimento de dúvidas sobre a legislação e obrigações fiscais ou questões sobre a gestão do negócio. A utilização do PRISMA responde também aos critérios exigidos pelo novo Regulamento Geral de Proteção de Dados, garantindo a total proteção e segurança de dados dos seus utilizadores.

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software F3M para a área da saúde

Nova versão do software F3M responderá ao projeto

2018-08-10

O Centro de Conferência de Faturas (CCF) emitiu uma comunicação, dirigida a todos os Prestadores e Prescritores de MCDT, onde informa as novidades decorrentes da publicação da Portaria n.º 126/2018 de 8 de maio. Segundo esta entidade a referida portaria “introduziu a necessidade de instituir mecanismos eletrónicos no relacionamento entre as empresas prestadoras de Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêuticas (MCDT) e instituições do SNS responsáveis pela conferência e pagamento, nomeadamente através da obrigatoriedade de utilização da faturação eletrónica, decorrente do processo de desmaterialização da prescrição, dispensa e conferência de MCDT, bem como a comunicação através de portal eletrónico. Adicionalmente o decreto-lei n.º 111-B/2017 torna também a fatura eletrónica uma realidade a 1 partir de Janeiro de 2019 para as Entidades Publicas. Neste contexto e, reunidas as condições operacionais para desmaterialização de todo o processo, é necessário definir o procedimento para a adoção do envio da fatura eletrónica e abandono da emissão da fatura em papel, considerando os requisitos legais existentes. O CCF, em conjunto com a ACSS e SPMS, está  a preparar toda a informação e documentação necessárias ao inicio dos testes de fatura eletrónica, contudo, enquanto o mecanismo não está implementado, e de forma a garantir que as prescrições/prestações desmaterializadas possam ser faturadas agradecemos que procedam às alterações do ficheiro de prestação a enviar para o CCF, de acordo com o xsd em anexo, e que será já muito semelhante à fatura eletrónica. É assim necessário, para todos os prestadores que tenham prestações desmaterializadas para faturar, que os prestadores adaptem o seu ficheiro de prestação à nova especificação, devendo os prestadores que ainda usam a aplicação disponibilizada pelo CCF gerar o seu próprio ficheiro.”   Todos os que necessitarem de esclarecimentos adicionais devem enviar, as questões para o email duvidasfacturacaoelectronica@ccf.min-saude.pt.   Na sequência desta comunicação, a F3M encontra-se há já vários meses a trabalhar para garantir a adaptação do software Gestão de Cuidados de Saúde. Este processo será efetuado de forma gradual. Assim, como foi definido pela SPMS e o CCF, serão disponibilizadas várias versões do software Gestão de Cuidados de Saúde nos próximos meses, para garantir a operacionalidade deste projeto: • 1ª Fase | Agosto – Versão que vai permitir inserir credenciais tipo ESP; • 2ª Fase | Setembro/Outubro – Versão que vai permitir efetuar a faturação na nova estrutura do Ficheiro de Prestação CCF; • 3ª Fase | Versão que vai permitir fazer Prescrição de MCDT sem papel (Pendente de conformidade do SPMS); • 4ª Fase | Versão que vai permitir fazer Prestação de MCDT sem papel (Pendente de conformidade do SPMS). Alertamos que todas as datas aqui apresentadas estão altamente condicionadas pelas alterações impostas pela SPMS e CCF. Registo na Plataforma para Pequenos Prestadores: Um pequeno prestador, conforme a alínea m), do Artigo nº 3, da Portaria nº 126/2018, é “«Entidade prestadora de pequena dimensão» aquela que tenha um volume de faturação anual ao SNS inferior a (euro) 220 000 no ano civil imediatamente anterior ao do pedido de acesso à prescrição;”. No entanto, nesta fase transitória, enquanto se encontra vigente o prazo de adaptação, a plataforma é de acesso não condicionado à definição de pequeno prestador. Por isso enquanto o software não se encontra adaptado, todos os Prestadores de MCDT´s devem fazer o registos na plataforma da SPMS de forma a poderem confirmar a prestação. Só após a realização desta ação para cada requisição é que podem faturar a mesma no final do mês. + informações

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F3M inovação em destaque

F3M mostra como a inovação tecnológica está a transformar as organizações

2018-07-18

“Inovação em destaque” é o nome da mais recente iniciativa da F3M, que pretende divulgar e distinguir organizações em expansão, casos nacionais de sucesso, de diversos setores e dimensões, que se têm vindo a destacar, pela capacidade arrojada de inovar e de se diferenciar, tendo por base a incorporação de soluções tecnológicas.  Forte aliada de qualquer entidade, a tecnologia pode ser também motor e fator de desenvolvimento e crescimento. Por isso, mais do que promover a eficiência de processos, as soluções tecnológicas permitem hoje incrementar estratégias, repensar procedimentos, otimizar métodos e alavancar produtos, serviços, formas de estar e de atuar no mercado.  E é para esses novos desafios e necessidades que as soluções tecnológicas da F3M têm vindo a convergir, para dar respostas assertivas, à medida, personalizadas e orientadas para um crescimento, que não se pretende individual, mas antes global e generalizado.    Pretende-se, por um lado, reconhecer o trabalho de quem inova todos os dias, mas sobretudo valorizar e dar a conhecer projetos de referência, arrojados, disruptivos, que sirvam de exemplo e base para a construção de um mundo melhor e mais integrado.  

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software F3M

F3M cresce e reforça a sua aposta na área da Saúde

2018-06-05

O ano em que a empresa celebrou o trigésimo aniversário (2017) ficou marcado pelos excelentes resultados económicos e pelo reforço da sua capacidade financeira. Com o volume de negócios a subir 4,2% face ao ano anterior, destaca-se uma subida de perto de 20% do EBITDA, um dos principais indicadores de desempenho, e um crescimento de 37,2% em relação a 2016 no Resultado Líquido.  A F3M tem vindo a reforçar a sua aposta no setor da saúde, no qual já investiu, em termos globais, cerca de meio milhão de euros e para o qual está a desenvolver duas soluções tecnológicas inovadoras que vão ajudar entidades a tomar decisões mais assertivas, com mais eficiência e menos custos. Mantém, contudo, como objetivo estratégico a consolidação em mercados onde opera e assume liderança – Economia Social e Óticas, além da expansão para novos mercados, o alargamento da oferta, o reforço das parcerias e a captação de novos clientes. Composto por três empresas portuguesas – F3M, Megalentejo e Dot Pro – além da F3M Angola e da F3M Moçambique, é um dos maiores grupos de tecnologia em Portugal. A atuação da empresa centra-se no desenvolvimento de software à medida para mercados específicos (economia social, óticas, têxtil, construção e desporto) e na integração de soluções de infraestrutura tecnológica, telecomunicações, além de serviços de consultoria.

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software DPO

F3M lança solução tecnológica para ajudar entidades e profissionais a cumprir com o novo Regulamento Geral de Proteção de Dados

2018-05-18

A F3M acaba de lançar uma solução tecnológica inovadora que irá apoiar entidades e profissionais no cumprimento, de forma eficaz e eficiente, das alterações e diretrizes impostas pelo Novo Regulamento Geral de Proteção de Dados, diploma que entra em vigor daqui a pouco mais de uma semana. Calendarizar e gerir ações de formação, reuniões, incidentes e reclamações serão algumas das funcionalidades desta solução, que pretende ser um suporte efetivo ao trabalho diário das empresas e instituições, sobretudo, numa altura em que prevalecem ainda muitas dúvidas relacionadas com o novo enquadramento legal. Esta ferramenta, cujo funcionamento é integrado com o software F3M, permitirá agilizar e otimizar as tarefas do Encarregado de Proteção de Dados (DPO – Data Protection Officer), figura criada pelo novo Regulamento Geral de Proteção de Dados, e que será responsável pelo cumprimento das medidas introduzidas pelo novo diploma. Permitirá, entre outras tarefas, identificar e minimizar os riscos de proteção de dados de um projeto e garantir a geração de cópia de segurança anonimizada, do ficheiro de portabilidade, a consulta de logs de acesso aos dados pessoais e a geração de esquecimento. Com esta solução web, global e integrada, o Encarregado de Proteção de Dados poderá assim garantir, com rapidez e eficiência, a conformidade das suas ações face ao novo diploma. Recorde-se que o Novo Regulamento Geral de Proteção de Dados entra em vigor já no próximo dia 25 de maio e introduz diversas alterações que deverão ser implementadas pelas empresas e instituições. O não cumprimento das novas diretrizes poderá acarretar elevadas coimas para as entidades em situação de incumprimento. Atenta a esta nova realidade, a F3M tem vindo a realizar diversas iniciativas de apoio às entidades e aos profissionais, tendo realizado, em diversas localidades do país, sessões de esclarecimento sobre o tema, incluindo cursos de formação e preparação de profissionais que irão assegurar o cumprimento do Regulamento Geral de Proteção de Dados nas suas organizações. Agora, com esta nova solução, a F3M pretende reforçar ainda mais o apoio e suporte dado às empresas e instituições. Consulte aqui o folheto sobre o software DPO. Assista aqui a uma apresentação do software DPO. Para mais informações contacte a F3M através do email contacto@f3m.pt.

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opentalkf3m

Desafios, oportunidades e novos rumos do setor social debatidos no OPENTALK F3M

2018-05-09

O OPENTALK- Mudamos juntos? realizou-se ontem, dia 8 de maio, no Forum Braga. A iniciativa contou com personalidades reconhecidas e anónimos numa conversa aberta e informal sobre os novos desafios do Setor Social. Tentar encontrar as respostas adequadas a cada necessidade em cada momento, de forma a acompanhar uma sociedade em mudança constante era um dos objetivos da iniciativa OPENTALK-Mudamos juntos? promovido pela empresa tecnológica F3M. O evento contou com várias personalidades de reconhecimento público pelo seu rasto de consciência social e ainda com anónimos que todos os dias dão corpo e vida ao setor social. No primeiro painel, Maria Manuela Miguel, da F3M, reforçou que está na hora das instituições se começarem a diferenciar “pela solução e se queremos respostas novas, que correspondam às nossas necessidades, temos de inventá-las.” Já Margarida Pinto Correia, moderadora do painel, defendeu que “é bom termos um objetivo e chamarmo-nos inovadores porque nos obriga a procurar novos caminhos”. A diretora de Inovação Social da Fundação EDP destacou ainda que “dar pão tira a fome no imediato, mas não muda a sociedade. Só estaremos verdadeiramente a transformar se interrompermos os ciclos de exclusão e de pobreza.” Numa conversa em que também participaram elementos do público, abordando exemplos concretos, Gonçalo Lobo Xavier, vice-presidente do Conselho Económico e Social Europeu, sublinhou a importância do trabalho que é desenvolvido pelas instituições e destacou que foram “as instituições que seguraram o país durante a crise que conseguiram que houvesse uma palavra de esperança.” Por sua vez, Pedro Fraga, CEO da F3M, admitiu que a tecnológica “é a empresa que é porque trabalha com o setor social”, realçando, no entanto que pelo facto de o setor não se dar a conhecer “há uma falta de reconhecimento das entidades do setor social enquanto marca, uma vez há pouco conhecimento sobretudo dos mais jovens, da economia social”.   A criação de um ambiente que forme cidadãos integrais foi um dos motes do reitor da Universidade do Minho, Rui Vieira de Castro, destacando que é objetivo criar “um ambiente capaz de assegurar a educação integral das suas pessoas e não só as qualificações técnicas, que possam ser complementadas com outras valências que tornem as pessoas despertas, atentas, socialmente intervenientes, cidadãos de corpo inteiro.” A fechar o painel, Nuno Reis, Presidente da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), reforçou que os estudantes veem o setor social muito na perspetiva do voluntariado, lamentando que não exista “acreditação das experiências de voluntariado é feito pelos alunos, o que poderia ajudar a aumentar a participação dos jovens.” O segundo painel do evento foi marcado pela forte participação e intervenção dos elementos do público.  Alexandra Camacho, da Turnarround Social, defendeu a importância de as entidades “procurarem fontes de financiamento” e de aproveitarem “os recursos tecnológicos, ao nível da gestão, para serem ser cada vez mais sustentáveis.”  Por sua vez, Mafalda Teixeira Bastos, em representação da Associação Vida Norte, referiu que “o grande desafio é transformar mentalidades, combatendo o estigma de quem trabalha na área social. Deve-se lutar, porque quem trabalha na área social não deve ter de fazer uma opção ao saber que escolhendo a área social vai ganhar menos e ter menos regalias.” O impacto as tecnologias no terceiro setor foi um dos temas em debate. Sobre este tópico, Pedro Fraga, CEO da F3M, afirmou que “as entidades já utilizam as novas tecnologias, mas agora o desafio é saber como as utilizar para fomentar a sustentabilidade das instituições”, realçando ainda que “a aptidão pelo uso da tecnologia nesta área tem vindo a melhorar.” No mesmo sentido, Nuno Reis, considerou que se deve “discutir e avaliar a importância de utilização das novas tecnologias, nomeadamente em questões fundamentais, como a sua utilização na saúde, na prevenção de desastres ambientais, segurança e ciber segurança, gestão de energia e para combater as desigualdades sociais.” A iniciativa terminou com um painel dedicado à capacitação das pessoas que integram o setor social. Na sua intervenção, Firmino Marques, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Braga assumiu que “é necessário a governação local estar no terreno, a conhecer as necessidades e a ajustar soluções juntamente com o governo.”  Na mesma senda, Filipe Cruz, Gestor de Formação da F3M, defendeu que as necessidades devem ser solucionadas no plano de formação que as empresas oferecem aos seus colaboradores, sublinhando que nem sempre estas contêm o conhecimento necessário para a área de negócio em que atuam. Num panorama mais jovem, a U. Dream, pela voz de Diogo Cruz, defendeu a ideia de que “é importante perceber que podemos mudar o mundo” com o nosso conhecimento, sendo essencial dedicarmos um pouco do nosso tempo de forma a ajudarmos quem mais precisa. Baseando-se nesta filosofia, Ricardo Sousa, da Synergia, afirmou que os “jovens são herdeiros de problemas e agentes de mudança, pois eles não são o futuro, são o presente do país” e é essencial que eles percebam o poder que tem. Também Carlos Videira, Ex-Presidente da Associação Académica da Universidade do Minho, realçou que “os estudantes podem ajudar e vemos isso no aumento de dissertações sobre este setor e na procura de cursos de economia social”. O OPENTALK F3M foi organizado em parceria com o Município de Braga, Universidade do Minho e a U.DREAM num apelo sobretudo à mudança e à participação e ação da sociedade.         

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opentalkf3m

F3M desafia entidades, personalidades e anónimos a dinamizar e a revitalizar o setor social

2018-05-04

Margarida Pinto Correia, jornalista e diretora de Inovação Social da Fundação EDP, Gonçalo Lobo Xavier, membro do Comité Económico e Social Europeu e a conhecida apresentadora de televisão e responsável do projecto social “Nuvem Vitória”, Fernanda Freitas, vão marcar presença no Opentalk que a F3M realiza em Braga, na próxima terça-feira, uma iniciativa focada no setor social e na qual vão estar também como convidados Ricardo Sousa, presidente da Synergia, e Firmino Marques, vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, entre outros igualmente interessantes. Este evento conta com o patrocínio da Caixa Económica Montepio Geral que, enquanto único banco vocacionado para o apoio à economia social, ao empreendedorismo e à inovação social, considerou que esta era uma excelente oportunidade para reforçar o tema junto da comunidade. É também uma iniciativa que terá a participação da Sabseg, uma das maiores corretoras de seguros do país, e que é há vários anos parceira de diversas entidades na área social. Mais do que promover o encontro e o debate entre as diversas entidades, personalidades e anónimos ligados ao setor social, o Opentalk pretende ser acima de tudo um espaço desconcertante que procura rasgar com fórmulas pré-definidas e encontrar respostas adequadas e inovadoras que desenvolvam e revitalizem um setor vital na sociedade, o Setor Social.  "Encontrar as respostas adequadas a cada necessidade em cada momento, com o principal objetivo de acompanhar uma sociedade em mudança constante" é uma das principais preocupações da iniciativa que vai contar com convidados de reconhecimento público, pelo seu rasto de consciência social, e anónimos que todos os dias dão corpo e vida a este setor. A tecnologia ao serviço da economia social, a autossustentabilidade do setor, a capacitação das pessoas que integram esta área e a responsabilidade social da sociedade civil no desenvolvimento e qualidade do setor social serão alguns dos principais tópicos de abordagem, num evento que apela sobretudo à mudança e à participação e ação da sociedade.  A iniciativa, organizada em parceria com o Município de Braga, Universidade do Minho e a U.DREAM, decorre na próxima terça-feira, 08 de maio, no Fórum Braga, com início às 9h00. A entrada é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia.  Vocacionada para o desenvolvimento e implementação de software à medida para mercados específicos, a F3M é líder no setor da Economia Social e das Óticas. É ainda um parceiro de referência na implementação de soluções e infraestrutura tecnológica.  

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Formação da F3M alarga-se para o Porto com um leque variado de ações focadas na infância e terceira idade

2018-03-26

A formação da F3M vai estender-se à cidade do Porto, tornando-se a 4ª cidade do país a receber ações de formação de forma regular, à semelhança do que acontece em Braga, Lisboa e Coimbra. Até ao final do ano, está previsto, naquela localidade, um leque alargado de sessões formativas focadas em áreas como saúde e social, nomeadamente sobre terceira idade e infância. Com ações pontuais em todo o país, a F3M aumenta assim a sua área de atuação, tornando-se uma referência no âmbito da formação profissional, a nível nacional.  A crescente relevância e procura demonstradas pela vertente social e saúde ditaram a criação de várias ações e iniciativas focadas em aspetos como boas práticas, cuidados e tratamentos. A alimentação na 3ª idade, doenças como o Alzheimer e outras demências e o luto no e do idoso serão alguns dos assuntos abordados. A gestão e prevenção da negligência, abuso e maus-tratos para serviços de apoio a pessoas idosas e lares, a fragilidade no idoso institucionalizado e os direitos dos utentes serão também temas em destaque nas sessões formativas.  “Numa sociedade como a nossa, onde o envelhecimento da população está a aumentar de forma continuada, torna-se necessário formamos pessoas nestas áreas, para que estejam preparadas e possam atuar de forma eficaz e célere face às várias situações do dia-a-dia”, refere Filipe Cruz, Training Manager da F3M.  De acordo com as últimas projeções do Instituto Nacional de Estatística até 2080, o envelhecimento da população portuguesa só vai estabilizar em 2049, estimando-se um crescimento do número de idosos de 2,1 para 2,8 milhões entre 2017 e 2080.

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F3M Saúde

F3M lidera projeto inovador de recolha de imagens clínicas

2018-02-22

A F3M lidera um projeto inovador de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico em parceria com a Fraunhofer Portugal, associação fundada pela Fraunhofer-Gesellschaft (Alemanha), a maior organização de investigação aplicada na Europa. O projeto, MpDS: Medical Pre-diagnostic System, consiste em desenvolver uma solução única no mercado, que junte smartphones com lentes de magnificação e que vai poder ser utilizada por médicos e outros profissionais de saúde na deteção e tratamento precoce de doenças emergentes, como o cancro cutâneo, ou de problemas de saúde pública, como é o caso das úlceras de pressão, que afetam anualmente milhares de portugueses. A grande inovação desta solução reside no facto de permitir não só a recolha e captura de imagens clínicas, mas também fazer a sua análise automática. As fotografias obtidas e o respetivo relatório de análise serão depois acedidos por médicos especialistas, evitando a necessidade de consultas presenciais e tornando o processo de diagnóstico e definição de tratamento bastante mais rápidos. Esta solução pode, por isso, trazer maiores benefícios para populações longe dos grandes centros urbanos, com menor acesso a especialistas.  Outra grande vantagem da nova solução reside no facto de poder auxiliar os profissionais de saúde a analisar amostras de sangue e a rastrear e a monitorizar sinais e úlceras cutâneas, podendo ser utilizada em diversas áreas da saúde, nomeadamente em Dermatologia, Oncologia, Cirurgia Plástica, Hematologia e Infeciologia.  A ferramenta, que garantirá imagens de alta qualidade, em tempo real, será intuitiva e de fácil utilização por parte de médicos e clínicos não especializados, sem recurso a formação ou treino específico. A nova ferramenta será também um importante recurso para otimizar os serviços de saúde, quer públicos, quer privados. Por um lado, além de apoiar o diagnóstico clínico, esta solução vai permitir uma diminuição no número de consultas presenciais e, dado o diagnóstico precoce, reduzir o número de casos clínicos que retornam às consultas de especialidade. Além de mais eficiência, será um recurso de baixo custo, o que garantirá um maior acesso por parte das unidades de saúde. Refira-se que, em Portugal, o cancro cutâneo corresponde a um terço da totalidade dos cancros detetados e, segundo dados da Direção Geral de Saúde, estima-se uma prevalência média de úlceras de pressão de 17,5% em serviços de Medicina, sendo cerca de 95% dos casos evitáveis através da identificação precoce do grau de risco. A inclusão desta solução permitirá por isso reduzir os encargos financeiros do Serviço Nacional de Saúde (SNS) alocados ao internamento e readmissões. Por outro lado, o envolvimento por vezes da especialidade Oncologia no tratamento destes problemas, torna-se ainda mais complicado, principalmente em zonas afastadas dos grandes centros urbanos. De acordo com um estudo realizado, apenas existem no SNS, 59% dos recursos necessários estimados a nível nacional.  

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projetos de investimento portugal 2020

A F3M apoia a sua Organização no âmbito do Portugal2020

2018-02-06

Informar as empresas e as instituições para as potencialidades do atual quadro comunitário para o período 2014-2020 (Portugal2020) é um dos objetivos da F3M.  A F3M apoia a criação, expansão sustentada e consolidação das empresas e instituições. Através de um acompanhamento contínuo a F3M auxilia o levantamento, definição e implementação das suas opções estratégicas e na seleção das melhores e mais adequadas fontes de financiamento. De momento, o Portugal2020, apresenta os seguintes Avisos de Abertura: • Investimentos em Infraestruturas e Equipamentos Sociais | Todas as Regiões de Portugal Continental Reconversão, ampliação, remodelação e adaptação dos espaços físico e aquisição de equipamentos. • Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo Qualificado e Criativo | Regiões de Lisboa e Alentejo Criação de empresas que desenvolvam atividades em setores com fortes dinâmicas de crescimento, incluindo as integradas em indústrias criativas e culturais, e/ou setores com maior intensidade de tecnologia e conhecimento Ou a criação de empresas que valorizem a aplicação de resultados de I&D na produção de novos bens e serviços. • Sistema de Incentivos à Inovação Produtiva | Regiões de Lisboa e Alentejo Aumento do investimento empresarial das grandes empresas em atividade inovadoras (produto, processo, métodos organizacionais e marketing)Ou Reforço da capacitação empresarial das PME para o desenvolvimento de bens e serviços. • Sistema de Incentivos à Qualificação das PME | Regiões de Lisboa e Alentejo Projetos individuais que reforcem as capacidades de organização e gestão das PME para o aumento da sua competitividade, flexibilidade e capacidade de resposta ao mercado global, em domínios imateriais de competitividade.  • Sistema de Incentivos à Internacionalização das PME | Regiões de Lisboa e Alentejo Projetos individuais que reforcem a capacitação empresarial das PME para a internacionalização. Apoiar o crescimento da sua Organização, através de um acompanhamento contínuo na execução e implementação dos seus projetos e atividades, promovendo o aumento da sua produtividade e da sua competitividade em geral. Assegurar a satisfação das necessidades da sua Organização e a criação de valor, empenhados em compreender as reais necessidades dos Clientes e setores de atividade: setor não lucrativo, óticas, indústria em geral. Idoneidade, Rigor, Trabalho e Eficiência, Competência e Qualidade, Acompanhamento e Satisfação do Cliente são os nossos principais valores, aliados às nossas competências internas e diferenciadoras, a nossa experiência e saber e às parcerias estabelecidas reconhecidas por inúmeras empresas e instituições.  

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RGPD

Mais de 1000 profissionais já contactaram a F3M e estão a preparar-se para as alterações do RGPD

2018-01-17

A F3M continua a alertar as organizações para a necessidade de olharem de forma atenta para os seus processos e a analisá-los à luz dos critérios impostos pelo Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD), em vigor a partir de 25 de maio de 2018.  Neste sentido tem levado a cabo uma série de iniciativas, em várias cidades portuguesas, que visam esclarecer e ajudar as organizações a adaptarem-se às alterações introduzidas pelo RGPD.  Até ao momento foram realizados mais de uma dezena de seminários, estando já prevista a realização de mais iniciativas deste género, em outras cidades, de forma a dar uma resposta efetiva à crescente preocupação que as organizações têm demonstrado quanto às alterações que este novo regulamento vem introduzir. A F3M dispõe, ainda, de um serviço de consultoria que visa apoiar, clientes e parceiros, na adoção das regras necessárias para o cumprimento das disposições impostas no documento. Este serviço, resulta de uma série de reuniões com várias entidades e divide-se em três fases. A 1.ª fase “CONSULTORIA INICIAL” visa a apresentação do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) e a Avaliação do impacto na gestão e organização. A 2.ª fase “SERVIÇOS DE APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DO RGPD” visa a Análise da estrutura Organizacional e Administrativa, a Análise da Infraestrutura Informática e a Apresentação de Relatório Final. A 3.ª fase “SERVIÇO DE ACOMPANHAMENTO À IMPLEMENTAÇÃO DO RGPD” conta com um Consultor F3M sempre disponível, Visitas programadas ao longo do ano, com a Avaliação dos processos em curso e com Sugestão de melhorias a implementar. Enquanto parceiro tecnológico a F3M quer apoiar as organizações e assegurar que estas estão preparadas para tomar todas as medidas de forma a que os dados pessoais com que trabalham sejam protegidos e não estejam acessíveis a olhares indiscretos e alheios.

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Projeto IMP_4.0 F3M

F3M debate Indústria 4.0 e apresenta projeto para o setor têxtil

2017-11-27

Numa sessão que juntou empresários, investigadores e técnicos, a F3M procurou apresentar algumas respostas sobre a situação atual e abordar o futuro da indústria 4.0, promovendo também a partilha de experiências e conhecimento. A sessão serviu ainda para dar a conhecer a nova plataforma que a F3M está a desenvolver para o setor têxtil. Na sessão de abertura, Pedro Fraga, CEO da F3M, salientou a importância do trabalho desenvolvido em colaboração com o CCG – Centro de Computação Gráfica da Universidade do Minho e parceiro da empresa no desenvolvimento do Projeto IMP_4.0. Seguiu-se a intervenção de Ricardo Machado, Professor e Investigador da Universidade do Minho e do CCG, que abordou os principais desafios que se colocam face à chamada Indústria 4.0, quer ao nível tecnológico quer da investigação, tendo apresentado alguns paradigmas de como a robótica e a tecnologia estão a ser utilizadas em vários pontos do mundo. O professor universitário deu também a conhecer exemplos de como este tipo de tecnologias estão a ser implementadas nas empresas do setor industrial. João Oliveira, Diretor de Negócio da F3M, deu a conhecer a plataforma desenvolvida no âmbito deste projeto, e quais as vantagens da sua utilização em contexto industrial. Esta nova solução permite a integração e interoperabilidade de serviços, em modelo de Cloud Computing, com suporte à variabilidade de linha de produtos de software. No final da sessão, Eurico Neves, CEO da Inova+, abordou alguns dos principais aspetos relacionados com a crescente inserção das PME nas cadeias de valor internacionais. O gestor referiu também a cada vez maior importância da tecnologia e como os ciclos de crescimento e maturação da inovação são cada vez mais curtos, pelo que as empresas têm que estar ainda mais atentas às mudanças e ser rápidas na adaptação. Por Indústria 4.0 denomina-se a inovação na indústria da manufatura, caracterizada pela execução num ambiente de equipamentos inteligentes, componentes inteligentes e produtos inteligentes, que capacitam a troca de informação autonomamente, despoletando ações e controlos entre eles de forma independente. Na era da globalização, a indústria da manufatura um pouco por toda a Europa enfrenta um período de desafios com ciclos de vida do produto mais curtos, produtos altamente customizados, mercados voláteis e competição "apertado" e rígida. Ao mesmo tempo, os processos necessitam constantemente de ser otimizados em termos de recursos, custos e qualidade.

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F3M sensibiliza e prepara empresas e instituições para o NRGPD

2017-10-19

Esclarecer e ajudar as empresas e instituições a adaptarem-se às alterações introduzidas pelo Novo Regulamento de Proteção de Dados é o principal objetivo de um conjunto de seminários que a F3M vai realizar, até ao final do ano, em várias cidades portuguesas. Com esta iniciativa, próxima das entidades, a empresa quer contribuir para um maior esclarecimento dos profissionais e ajudar a esbater eventuais dúvidas ou questões relacionadas com este novo quadro normativo, em vigor já no próximo ano. Destinadas a dirigentes, gestores e colaboradores, estas ações visam sobretudo alertar para a importância do tema e para a necessidade de adequação das empresas e das instituições a esta nova realidade, que terá impacto a vários níveis, nomeadamente no âmbito da organização administrativa e processual e tratamento de dados pessoais, aos quais o acesso será agora e cada vez mais restrito. Estas mudanças vão implicar também, em muitos casos, a atualização de softwares e a mudança de estratégias e atitudes. Filipe Cruz, Training Manager da F3M, sublinha que “é preciso estar preparado e que não se pode descurar esta situação, porque a partir de 25 de maio as coimas serão elevadíssimas para quem não cumprir. Cada um de nós, nas entidades onde trabalhamos, devemo-nos precaver, prevenir, e tomar todas as medidas de forma a que os dados pessoais com que trabalhamos sejam protegidos e não estejam acessíveis a olhares indiscretos e alheios”.  Os primeiros seminários acontecem em Aveiro, Santarém, Coimbra, Porto, Évora e Braga, mas estão previstos eventos de esclarecimento em outros locais do país, com datas a agendar.  Recorde-se que o Novo Regulamento Geral de Proteção de Dados entra em vigor a 25 de maio de 2018 e vem substituir a atual diretiva 95/46/CE relativa à proteção das pessoas singulares, no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais e à livre circulação desses mesmos dados. Entre as várias alterações está a obrigatoriedade do registo de todas as operações de dados pessoais e o agravamento considerável de multas aplicadas em caso de incumprimento.  Enquanto parceiro tecnológico, em vários mercados, a F3M quer ajudar as empresas e instituições a não correrem riscos e a prepararem-se, de uma forma correta e orientada, para as mudanças significativas que se avizinham. Refira-se que a tecnológica dispõe também de um serviço de consultoria que pretende acima de tudo apoiar, clientes e parceiros, na adoção das regras necessárias para o cumprimento das disposições impostas no documento.  

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Embaixador da Republica Argentina visita F3M

2017-10-11

A F3M recebeu ontem a visita do Embaixador da Republica Argentina (Dr. Oscar Moscariello) que se fez acompanhar pelo Chefe da Secção Económica Comercial (Dr. Rafael Patrignani).  No encontro que decorreu de forma extremamente agradável, a F3M pôde dar a conhecer a sua actividade em termos macro, tendo depois focado a análise nas soluções para a Economia Social, Ópticas e Talent Spy, solução para o scouting que está já em cerca de 100 países.  Os representantes da Argentina falaram de forma detalhada do seu país e do potencial económico para investidores nos diversos sectores, tendo sido possível à administração da F3M ficar com um retrato preciso de quais as oportunidades que a empresa poderá explorar neste país.  A Argentina é o segundo maior país da América do Sul em território e o terceiro em população (cerca de 45 milhões de habitantes). É o oitavo maior país do mundo em área territorial e o maior entre as nações de língua espanhola, sendo um país com rankings muito elevados em termos do Índice de Desenvolvimento Humano. Tem uma economia moderna, com um mix harmonioso em termos de agricultura, industria e serviços. A exploração dos vastíssimos recursos naturais do país e o turismo são duas áreas de enorme peso nesta extraordinária nação com relações históricas com o nosso país, como foi claramente reconhecido pelo Embaixador Moscariello. 

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plataforma F3M Juntos por todos

Pedrógão: voluntários desenvolvem plataforma eletrónica de gestão de donativos e indicadores de apoios concedidos

2017-09-11

Um grupo de 14 colaboradores da F3M desenvolveram, de forma voluntária, uma plataforma eletrónica que permite à União das Misericórdias Portuguesas (UMP) gerir os donativos recebidos, as necessidades da população atingida e a entrega dos apoios. A plataforma tem uma área pública que apresenta, em tempo real, o total de apoios concedidos e os donativos angariados. A plataforma encontra-se online através do endereço: www.juntosportodos.org. Com uma área reservada apenas acessível a técnicos que estão envolvidos neste processo, a plataforma permite à UMP uma gestão mais eficiente de todos os donativos angariados, nomeadamente monetários, bens e serviços, e estabelece a correspondência com as necessidades identificadas no terreno, garantido assim maior transparência e rapidez.  A UMP foi uma das entidades selecionadas para organizar o apoio solidário destinado às vítimas dos incêndios que assolaram a região centro do país, nomeadamente os mais de 1 milhão de euros obtidos com o concerto solidário “Juntos por todos” que decorreu no Meo Arena. A plataforma, batizada “Juntos por todos” tal como o evento musical solidário, permite o registo, por parte de técnicos da União das Misericórdias e das Misericórdias locais que estão no terreno, das necessidades em termos de bens, serviços e donativos monetários para cada situação particular. Os mesmos técnicos poderão também inserir na plataforma informação sobre todos os donativos recebidos. Os dados são depois cruzados, permitindo uma gestão mais eficiente de necessidades e recursos.  Sendo uma plataforma web, está acessível em qualquer lugar, facilitando a consulta e gestão por parte dos vários técnicos que estão neste a recolher e analisar dados. Por outro lado, permite também uma gestão integrada de toda a informação e facilita o trabalho de análise das necessidades existentes face às doações efetuadas, assim como quais as situações ainda por revolver e que outras carências possam ainda existir. A participação da F3M nesta iniciativa decorre também da proximidade que a empresa mantém com o setor social há já vários anos. Filipe Pinto, responsável por esta área, destaca que “a F3M quis também contribuir com uma ferramenta tecnológica que apoia o trabalho desenvolvido pelas instituições solidárias no local.” “As entidades da área social têm uma atividade muito próxima junto das populações, apoiam sobretudo em momentos de grande necessidade e precisam também de ferramentas que lhes permitam ser mais eficientes ao nível da gestão da informação, de forma a que se possam dedicar à sua efetiva missão solidária”, afirma ainda Filipe Pinto. Para fazer face à gestão do apoio solidário às vítimas dos incêndios na região de Pedrógão Grande, a União das Misericórdias Portuguesas criou um grupo de trabalho de emergência, que conta com o apoio várias entidades e que está já a fazer o levantamento das necessidades mais prementes da população, colaboração com as autarquias dos concelhos afetados e com os serviços da Segurança Social e da Autoridade Nacional de Proteção Civil. Esse grupo de trabalho vai agora utilizar a plataforma desenvolvida pelos colaboradores da F3M para a gestão mais eficaz das necessidade e apoios existentes.  

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Avisos de Abertura de Candidaturas a Sistemas de Incentivos e Projetos de Investimento

2017-09-01

Encontram-se neste momento a decorrer os seguintes Avisos de Abertura de Candidaturas a Sistemas de Incentivos e Projetos de Investimento:   | VALE INTERNACIONALIZAÇÃO | Com as candidaturas a decorrer entre 23-06-2017 e 15-09-2017, estes Vales são suscetíveis de apoio, durante um período de 12 meses, os projetos individuais que visem a aquisição de serviços de consultoria na área da promoção de diagnósticos de oportunidades de internacionalização, bem como na assistência técnica para a implementação de recomendações de curto prazo. | VALE INCUBAÇÃO | Com as candidaturas a decorrer entre 21-08-2017 e 29-09-2017, esta medida destina-se a projetos de novas empresas, geradas por um empreendedor ou equipa de empreendedores, em atividades relacionadas com indústrias criativas e culturais, e/ou setores com maior intensidade de tecnologia e conhecimento ou que valorizem a aplicação de resultados de I&D na produção de novos bens e serviços, potenciando o sucesso no mercado de novas startups, em atividades inovadoras e de valor acrescentado. | VALE INDÚSTRIA 4.0 | Com as candidaturas a decorrer entre 09-08-2017 e 29-09-2017, esta medida destina-se a projetos individuais de empresas PME, que visem a aquisição de serviços de consultoria com vista à identificação de uma estratégia conducente à adoção de tecnologias e processos associados à indústria 4.0. | SIE2 - COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DO AVE | As candidaturas decorrem entre 29-08-2017 e 30-11-2017 e para serem consideradas elegíveis ao presente concurso, devem demonstrar o seu contributo para a prossecução dos objetivos específicos das prioridades de investimento (PI), em particular incentivar a criação de emprego por conta própria e de empresas por desempregados e outras pessoas desfavorecidas ou inativas. Condições gerais e específicas. A F3M está disponível e está devidamente acreditada para prestar o auxílio necessário nos processos de candidatura.

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