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F3M debate Indústria 4.0 e apresenta projeto para o setor têxtil

2017-11-27

Numa sessão que juntou empresários, investigadores e técnicos, a F3M procurou apresentar algumas respostas sobre a situação atual e abordar o futuro da indústria 4.0, promovendo também a partilha de experiências e conhecimento. A sessão serviu ainda para dar a conhecer a nova plataforma que a F3M está a desenvolver para o setor têxtil.

Na sessão de abertura, Pedro Fraga, CEO da F3M, salientou a importância do trabalho desenvolvido em colaboração com o CCG – Centro de Computação Gráfica da Universidade do Minho e parceiro da empresa no desenvolvimento do Projeto IMP_4.0.

Seguiu-se a intervenção de Ricardo Machado, Professor e Investigador da Universidade do Minho e do CCG, que abordou os principais desafios que se colocam face à chamada Indústria 4.0, quer ao nível tecnológico quer da investigação, tendo apresentado alguns paradigmas de como a robótica e a tecnologia estão a ser utilizadas em vários pontos do mundo. O professor universitário deu também a conhecer exemplos de como este tipo de tecnologias estão a ser implementadas nas empresas do setor industrial.

João Oliveira, Diretor de Negócio da F3M, deu a conhecer a plataforma desenvolvida no âmbito deste projeto, e quais as vantagens da sua utilização em contexto industrial. Esta nova solução permite a integração e interoperabilidade de serviços, em modelo de Cloud Computing, com suporte à variabilidade de linha de produtos de software.

No final da sessão, Eurico Neves, CEO da Inova+, abordou alguns dos principais aspetos relacionados com a crescente inserção das PME nas cadeias de valor internacionais. O gestor referiu também a cada vez maior importância da tecnologia e como os ciclos de crescimento e maturação da inovação são cada vez mais curtos, pelo que as empresas têm que estar ainda mais atentas às mudanças e ser rápidas na adaptação.

Por Indústria 4.0 denomina-se a inovação na indústria da manufatura, caracterizada pela execução num ambiente de equipamentos inteligentes, componentes inteligentes e produtos inteligentes, que capacitam a troca de informação autonomamente, despoletando ações e controlos entre eles de forma independente. Na era da globalização, a indústria da manufatura um pouco por toda a Europa enfrenta um período de desafios com ciclos de vida do produto mais curtos, produtos altamente customizados, mercados voláteis e competição "apertado" e rígida. Ao mesmo tempo, os processos necessitam constantemente de ser otimizados em termos de recursos, custos e qualidade.

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